Bioestimulador de colágeno é um produto injetável que estimula o próprio organismo a produzir colágeno, melhorando a firmeza, a espessura e a qualidade da pele ao longo do tempo. Diferente do preenchimento com ácido hialurônico, que repõe volume imediatamente, o bioestimulador tem ação progressiva — o resultado aparece em semanas e pode durar mais de dois anos.
O que são bioestimuladores de colágeno
Bioestimuladores de colágeno são substâncias injetáveis que, ao serem introduzidas na pele ou no tecido subcutâneo, desencadeiam uma resposta inflamatória controlada que estimula os fibroblastos — células responsáveis pela produção de colágeno — a trabalharem com mais intensidade.
O resultado não é imediato como em um preenchimento, mas sim progressivo. Com o aumento da produção de colágeno, a pele fica mais firme, espessa, hidratada e com melhor textura. O efeito é estrutural, não apenas de volume.
Os principais bioestimuladores disponíveis no Brasil são a hidroxiapatita de cálcio (Radiesse), o ácido poli-L-lático (Sculptra) e o policaprolactona (Ellansé). Cada um tem características, indicações e durabilidades diferentes, e a escolha depende da avaliação profissional.
Para quais indicações os bioestimuladores são usados
Os bioestimuladores são indicados principalmente para tratamento de flacidez facial e corporal, melhora da qualidade da pele (textura, hidratação, firmeza), volumização difusa — diferente do preenchimento pontual — e rejuvenescimento facial gradual.
São bastante usados em áreas como terço inferior do rosto, pescoço, colo, mãos e braços. Também podem ser combinados com preenchimento e botox para um resultado mais completo.
Peles com perda de colágeno mais expressiva — comum a partir dos 40 anos — tendem a se beneficiar bastante. Mas a indicação não se limita à faixa etária: cada caso é avaliado individualmente.
Como é o procedimento
A aplicação é feita com agulha ou cânula, dependendo da área e do produto. Antes, aplica-se anestésico tópico para maior conforto. A sessão costuma durar de 30 a 60 minutos.
Após a aplicação, pode ocorrer inchaço, vermelhidão e pequenos nódulos palpáveis por alguns dias. Esses nódulos resultam da deposição do produto no tecido e tendem a se dissipar com o tempo e com as massagens orientadas pela profissional.
Em geral, o protocolo prevê de 2 a 3 sessões com intervalo de 30 a 60 dias para resultados mais expressivos. O número de sessões depende do grau de flacidez e do produto utilizado.
Quando aparecem os resultados e quanto duram
Os primeiros resultados começam a aparecer entre 4 e 8 semanas após a aplicação, quando o processo de produção de colágeno já está em andamento. O resultado completo é visível entre 3 e 6 meses após a última sessão.
A durabilidade varia conforme o produto. O ácido poli-L-lático pode durar de 18 a 24 meses; a hidroxiapatita de cálcio, de 12 a 18 meses; a policaprolactona, de 2 a 4 anos em alguns casos. Esses são valores médios e dependem do metabolismo individual.
Uma das vantagens dos bioestimuladores é que o resultado, mesmo após a absorção do produto, tende a ser mais duradouro do que o preenchimento com ácido hialurônico, pois parte do colágeno produzido permanece no tecido.
Bioestimulador x preenchimento: qual a diferença
O preenchimento com ácido hialurônico repõe volume de forma imediata e localizada. O bioestimulador estimula a produção de colágeno de forma progressiva e difusa, melhorando a qualidade geral da pele.
As duas abordagens não são concorrentes — são complementares. Muitas vezes, o planejamento de harmonização facial inclui os dois: o bioestimulador para melhorar a estrutura da pele como um todo e o preenchimento para adicionar volume em pontos específicos.
A escolha entre um ou outro — ou a combinação dos dois — depende da avaliação da profissional e dos objetivos da paciente.
Precisa de estética na região do Barreiro?
A Clínica Leveze fica em Milionários, Belo Horizonte. Nota 5,0 no Google, atendimento de segunda a sábado.
Agendar pelo WhatsApp