Estética

Esfoliação Química ou Física: Diferenças e Como Escolher

Revisado pela equipe da Clínica Leveze · Atualizado em 16/06/2026
Resposta rápida

A esfoliação química usa ácidos para dissolver as células mortas de forma uniforme e controlada. A física usa partículas abrasivas para remover mecanicamente. Para a maioria dos tipos de pele, a esfoliação química é mais segura e eficaz, pois oferece resultado mais homogêneo e menor risco de microlesões.

Por que a pele precisa de esfoliação

A pele passa por um processo natural de renovação celular chamado descamação. Com o tempo, as células mortas que deveriam desprender naturalmente ficam acumuladas, deixando a pele com aspecto opaco, textura irregular e dificultando a absorção de outros produtos.

A esfoliação regular acelera esse processo, revelando pele mais nova, macia e luminosa. Também facilita a penetração de séruns, hidratantes e ativos.

Esfoliação física: como funciona e para quem é indicada

A esfoliação física usa partículas abrasivas — açúcar, sal, microesferas, esponjas ou panos — para remover mecanicamente as células mortas da superfície da pele.

É uma opção mais imediata: a pele fica mais suave logo após o uso. Porém, quando feita com pressão excessiva ou com grânulos muito grossos, pode causar microlesões, irritação e piorar quadros de acne inflamatória.

É mais indicada para pele normal a seca sem acne ativa. Para pele oleosa e acneica, os grânulos abrasivos podem disseminar bactérias e agravar inflamações.

Esfoliação química: como funciona e vantagens

A esfoliação química usa ácidos como glicólico, mandélico, lático e salicílico para dissolver as ligações entre as células mortas, promovendo uma descamação uniforme e controlada.

Age de forma mais homogênea do que a física e pode atingir camadas ligeiramente mais profundas, com melhor resultado para manchas, poros e textura. Tem menor risco de causar microlesões quando usada nas concentrações adequadas.

O ácido salicílico (BHA) é o mais indicado para pele oleosa e acneica, pois penetra nos poros. Os AHAs (glicólico, mandélico) são mais indicados para textura, manchas e pele seca ou mista.

Com que frequência esfoliar

Esfoliação física: uma a duas vezes por semana, no máximo. Pressão leve e movimentos circulares suaves. Evitar em pele com acne ativa, rosácea ou lesões abertas.

Esfoliação química doméstica: de uma a três vezes por semana, dependendo da concentração e da tolerância da pele. Sempre à noite e com protetor solar obrigatório no dia seguinte.

Peeling químico profissional em clínica: geralmente mensal ou conforme protocolo, com concentrações mais altas e sob supervisão. Os resultados são mais expressivos e duradouros.

Combinando esfoliação com o resto da rotina

Nos dias em que você esfoliar, evite outros ativos potentes como retinol ou vitamina C na mesma aplicação. A pele já passou por um processo de renovação e pode ficar mais sensível.

Hidratação é essencial após a esfoliação. Com a barreira ligeiramente mais exposta, a pele absorve melhor os hidratantes aplicados na sequência.

Se tiver dúvidas sobre qual tipo de esfoliação é melhor para sua pele ou quiser um tratamento mais eficaz, consulte a equipe da Clínica Leveze para avaliação personalizada.

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A Clínica Leveze fica em Milionários, Belo Horizonte. Nota 5,0 no Google, atendimento de segunda a sábado.

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Dúvidas comuns

Perguntas Frequentes

Posso misturar esfoliação física e química na mesma rotina?
Não no mesmo dia. Use uma ou outra. Combinar os dois tipos na mesma sessão aumenta muito o risco de irritação.
Esfoliação química machuca?
Em concentrações adequadas, pode causar leve formigamento ou ardência passageira. Ardência intensa ou vermelhidão persistente indicam que o produto não é adequado para sua pele.
Posso esfoliar a pele com acne?
A esfoliação física é contraindicada em acne ativa. O ácido salicílico (química) pode ajudar, mas em casos graves consulte um profissional antes.
Qual é o melhor esfoliante para o rosto?
Depende do tipo de pele. Pele oleosa se beneficia mais do ácido salicílico. Pele seca ou mista responde bem ao glicólico ou mandélico.
Peeling na clínica é igual a esfoliação em casa?
Não. Os peelings clínicos usam concentrações maiores e técnicas controladas, com resultados mais intensos. A esfoliação doméstica mantém os resultados entre as sessões.
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