A harmonização facial costuma causar um desconforto leve e tolerável para a maioria das pessoas, e não uma dor intensa. Muitos dos produtos usados já vêm com anestésico na composição, e a região pode ser preparada com creme anestésico antes da aplicação. O que a maioria das pessoas relata é uma picadinha rápida e uma leve pressão no momento da aplicação. A sensibilidade varia de pessoa para pessoa e conforme a área tratada, e o profissional ajusta o conforto durante todo o procedimento.
Afinal, dói? O que a maioria das pessoas sente
A pergunta mais comum antes de fazer harmonização é justamente sobre a dor, e a resposta honesta é que o desconforto é leve para a maior parte das pessoas. O que se sente costuma ser a picada inicial da agulha e uma sensação de pressão ou ardência rápida enquanto o produto é aplicado.
A percepção de dor é muito individual. O que para uma pessoa é só um incômodo passageiro, para outra mais sensível pode parecer um pouco mais. Algumas áreas do rosto também são naturalmente mais sensíveis que outras. Por isso o profissional conversa com você antes e durante, ajustando o ritmo para manter o procedimento confortável.
Vale dizer que o medo costuma ser maior que a experiência real. Muita gente que tinha receio relata depois que foi mais tranquilo do que imaginava, principalmente porque hoje existem recursos para reduzir bastante o desconforto.
Como a anestesia entra para deixar mais confortável
Existem alguns recursos para diminuir o desconforto. O mais comum é o creme anestésico, aplicado na pele alguns minutos antes do procedimento, que reduz a sensibilidade na superfície. Em algumas situações, o profissional pode usar outras formas de anestesia local conforme a área e a necessidade.
Além disso, muitos dos produtos modernos de preenchimento já trazem anestésico na própria fórmula. Isso significa que, à medida que o produto é aplicado, a região vai ficando mais dessensibilizada, o que ajuda no conforto do início ao fim da sessão.
A escolha de qual recurso usar é feita caso a caso. Na avaliação e no momento do procedimento, o profissional define a melhor forma de manejar o conforto de acordo com a sua sensibilidade e a área que será tratada.
E depois? O desconforto nas horas seguintes
Passada a aplicação, é normal a região ficar um pouco sensível ao toque, levemente inchada ou avermelhada. Isso não costuma ser uma dor forte, mas sim um incômodo que vai diminuindo nas horas e nos primeiros dias seguintes. Pequenos hematomas no ponto da aplicação também podem aparecer.
Cuidados simples ajudam nesse período, como aplicar gelo de forma orientada, evitar calor intenso e não ficar massageando a região por conta própria. Essas orientações o profissional passa conforme o que foi feito.
Se em algum momento o desconforto aumentar muito, em vez de diminuir, ou surgir algum sintoma fora do esperado, o certo é avisar o profissional. Por ser um cuidado de saúde, o acompanhamento depois do procedimento é parte do atendimento, não um extra.
Para quem tem medo de agulha
O medo de agulha é mais comum do que parece e não precisa ser um impedimento. Falar abertamente sobre esse receio na avaliação faz diferença, porque o profissional consegue adaptar o ritmo, reforçar a anestesia tópica e explicar cada passo antes de fazer, o que reduz a ansiedade.
Na Clínica Leveze, em Milionários, no Barreiro de Belo Horizonte, a proposta é justamente conduzir o procedimento com calma e foco no conforto, especialmente para quem chega com receio. Se a dor é o que está te segurando, o melhor primeiro passo é uma conversa de avaliação, onde dá pra entender exatamente como será no seu caso antes de decidir.
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A Clínica Leveze fica em Milionários, Belo Horizonte. Nota 5,0 no Google, atendimento de segunda a sábado.
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