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Pele saudável no inverno: cuidados essenciais para cada tipo de pele

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Revisado pela equipe da Clínica Leveze · Atualizado em 16/06/2026
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No inverno, a combinação de ar seco, baixas temperaturas, banhos quentes e uso de aquecimento retira a umidade da pele e compromete a barreira cutânea. O cuidado essencial é a hidratação reforçada — com hidratantes mais ricos, ingestão adequada de água e ativos que restauram a barreira. Proteção solar continua obrigatória mesmo em dias frios.

Por que o inverno agride a pele

A pele tem uma barreira natural — o manto hidrolipídico — formada por sebo, suor e células mortas na superfície. Essa barreira retém a umidade e protege contra agentes externos. No inverno, o ar seco, as temperaturas baixas e o vento comprometem essa barreira, aumentando a perda transepidérmica de água (TEWL).

Banhos quentes prolongados — um hábito muito comum no frio — dissolvem o manto hidrolipídico, deixando a pele desprotegida por horas. O aquecimento doméstico (ar condicionado quente, aquecedores elétricos) reduz ainda mais a umidade do ar interior.

O resultado é pele ressecada, com sensação de repuxamento, descamação, vermelhão e, em casos mais sensíveis, eczema e dermatite de contato. Pessoas com pele seca ou com predisposição a dermatose têm o quadro amplificado no inverno.

Ajustando o skincare para o inverno

O primeiro ajuste é no hidratante: no inverno, formulas mais ricas fazem mais sentido do que os géis leves do verão. Cremes com ceramidas, ácido hialurônico, manteiga de karité, glicerina e esqualano são excelentes para repor e selar a umidade.

A rotina de limpeza também merece atenção. Sabonetes com ph equilibrado e fórmula suave evitam remover o que resta do manto hidrolipídico. Água morna (não quente) na limpeza do rosto preserva a barreira.

Ativos como retinol e ácidos esfoliantes — muito usados em rotinas de skincare — podem causar mais irritação no inverno quando a pele já está fragilizada. Reduzir a frequência ou passar para concentrações mais baixas nesses meses é uma adaptação inteligente.

Óleo facial adicionado ao creme noturno ou no banho (como óleo de amêndoas ou argan no pós-banho) cria uma camada protetora adicional que funciona bem no inverno.

Proteção solar no inverno: por que continua sendo obrigatória

A radiação UVA — responsável pelo envelhecimento e pela piora de manchas — não diminui no inverno. O frio reduz a UVB (que causa queimadura), mas não a UVA. Portanto, fotoprotetor diário é necessário o ano todo.

No inverno, pode-se optar por texturas mais cremosas de protetor solar, que hidratam e protegem ao mesmo tempo — um duplo benefício para quem tem pele seca nessa época.

Para quem vive em regiões de altitude ou faz atividades ao ar livre em dias frios, a radiação solar pode ser ainda mais intensa (reflexo da neve, altitude, menor nuvens). Reaplicar é ainda mais importante nesses casos.

Cuidados para lábios, mãos e pés no inverno

Lábios, mãos e pés são as regiões mais afetadas pelo ressecamento invernal. A pele nessas áreas é mais fina (lábios) ou mais exposta (mãos) e perde umidade rapidamente.

Para os lábios: hidratante labial com ceramidas ou manteiga de karité, várias vezes ao dia. Para as mãos: creme de mãos com ureia (entre 5 e 10%) depois de cada lavagem e luvas quando for ao ar livre.

Para os pés: hidratante com ureia a 20 ou 30% nas regiões mais ressecadas (calcanhares), antes de dormir, com meias de algodão por cima para potencializar a absorção. Esfoliação semanal remove a pele morta acumulada.

Quando os cuidados em casa não são suficientes

Pele com ressecamento severo, descamação persistente, fissuras dolorosas, eczema ou irritação que não melhora com hidratação doméstica precisa de avaliação profissional. O esteticista pode indicar tratamentos específicos — como hidratação profunda facial com iontoforese, máscaras de alta performance ou protocolos de restauração de barreira.

O inverno também é a melhor época para procedimentos como peelings (menor risco de hiperpigmentação pós-inflamatória com menos sol), bioestimulação de colágeno e microagulhamento — a recuperação é mais confortável e o resultado protegido da exposição solar.

Na Leveze, em Milionários, Barreiro, BH, a equipe orienta sobre o cuidado sazonal da pele e oferece protocolos específicos para o inverno. Com nota 5,0 no Google, atende de segunda a sábado, das 8h às 17h. Agendamento pelo WhatsApp.

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A Clínica Leveze fica em Milionários, Belo Horizonte. Nota 5,0 no Google, atendimento de segunda a sábado.

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Dúvidas comuns

Perguntas Frequentes

Devo trocar meu hidratante facial no inverno?
Se você usa gel ou fluido leve no verão, provavelmente sim — um creme mais rico com ceramidas e ácido hialurônico faz mais sentido no inverno. Se já usa creme espesso o ano todo, pode não precisar mudar.
Beber mais água ajuda a pele no inverno?
Ajuda, mas não substitui o hidratante. A hidratação interna é importante para a saúde geral, mas a perda de umidade pela pele no inverno é tão intensa que precisa de barreira externa também.
Posso fazer peeling no inverno?
O inverno é, na verdade, a melhor época para peelings. Menos sol significa menor risco de manchas pós-procedimento. O cuidado com proteção solar depois continua sendo necessário.
Por que a pele fica mais sensível no inverno?
Porque o frio, o ar seco e os banhos quentes comprometem a barreira cutânea. Com a barreira fragilizada, estímulos que normalmente não causariam reação — como produtos cosméticos ou variação de temperatura — passam a irritar.
Humidificador de ambiente ajuda na pele?
Sim. Manter a umidade do ar entre 40 e 60% em ambientes fechados com aquecimento reduz a perda transepidérmica de água. É especialmente útil no quarto durante o sono, quando a pele está em modo de reparação.
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