Micose na sola do pé: o que é, sintomas e quando tratar
Micose na sola do pé é uma infecção fúngica superficial que provoca descamação, coceira e pele esbranquiçada ou avermelhada. O tratamento exige antifúngico adequado e, muitas vezes, avaliação profissional — especialmente em diabéticos, onde a infecção pode evoluir com rapidez.
O que é micose na sola do pé
A micose na sola do pé é uma infecção causada por fungos dermatófitos, principalmente do gênero Trichophyton. Esses fungos se alimentam de queratina, a proteína que forma a camada externa da pele, e se multiplicam com facilidade em ambientes úmidos e quentes.
A forma que acomete a sola é chamada clinicamente de tinea pedis do tipo mocassim, pois cobre a planta, os calcanhares e as bordas laterais do pé, como se fosse um mocassim. É menos pruriginosa que a forma interdigital, mas tende a ser mais resistente ao tratamento.
Sintomas principais
Os sinais mais comuns incluem: descamação fina e esbranquiçada na planta e nos calcanhares; pele avermelhada ou com tom acinzentado; coceira moderada, que pode ser intensa após o uso prolongado de calçado fechado; e ressecamento excessivo que não melhora com hidratante comum.
Em alguns casos, a infecção se estende para as unhas, causando onicomicose, o que torna o tratamento mais longo e específico. Nos diabéticos, qualquer infecção fúngica merece atenção imediata, pois a resposta imunológica é reduzida e o risco de complicações é maior.
Causas e fatores de risco
Usar calçados fechados por muitas horas, frequentar piscinas e vestiários sem proteção nos pés, compartilhar toalhas ou calçados e ter os pés úmidos por longos períodos são os principais fatores que favorecem a infecção.
Pessoas com imunidade reduzida, idosos e diabéticos têm maior risco de desenvolver micose e de apresentar formas mais extensas ou de difícil controle.
Tratamento e cuidados
O tratamento da micose na sola envolve antifúngicos tópicos, como cremes à base de terbinafina ou clotrimazol, aplicados diariamente por período variável conforme a extensão da infecção. Casos mais resistentes podem exigir antifúngico oral, sempre com indicação médica.
Além do medicamento, é fundamental manter os pés secos, trocar as meias diariamente, preferir calçados arejados e não andar descalço em superfícies coletivas.
Quando procurar uma podóloga
Procure avaliação profissional se a descamação não melhorar após duas semanas de uso de antifúngico, se surgirem fissuras ou feridas na pele, se as unhas começarem a apresentar alterações de cor ou espessura, ou se você for diabético.
Na Clínica Leveze, no bairro Milionários (regional Barreiro, BH), a Dra. Eliana Mattos avalia o quadro clínico, identifica a extensão da infecção e orienta o tratamento mais adequado para cada caso.
Precisa de podologia na região do Barreiro?
A Clínica Leveze fica em Milionários, Belo Horizonte. Nota 5,0 no Google, atendimento de segunda a sábado.
Agendar pelo WhatsApp